Para a numerologia, 2025 é um ano 9

Na numerologia que eu estudo, sinto e vivo, cada número pode vibrar numa energia de Amor ou de medo, de Luz ou de escuridão, de baixa ou alta vibração, consoante o seu estado atual.

2025 sentido pela energia dos números 

Ao analisar a energia do ano para o qual vamos entrar, 2025 só posso fazer uma análise de alta vibração, de Luz e Amor, pois o estágio onde o Planeta se encontra nesta fase assim o permite, aliás, obriga.Nós, em comunhão com o Planeta, conseguimos ultrapassar o ciclo Maia de 5125 anos, um marco histórico e um avanço sem precedentes na nossa vida ainda jovem (milhares de anos) neste lindo Planeta azul.

Sempre que estivemos próximos deste fim de ciclo de 5125 anos, nunca o havíamos conseguido ultrapassar. Havia sempre algo que nos fazia desmoronar, impedindo assim a nossa passagem para a fase seguinte.

Desta vez conseguimos, em 1989 essa vitória aconteceu. 

O fim da chamada Guerra Fria e a queda do muro de Berlim, dois marcos da história que, caso não tivessem acontecido, podiam ter dado início a uma terceira guerra mundial e consequentemente ao fim desta Humanidade.

Neste momento estamos numa fase de transição que pode durar cerca de 100 anos e na qual muitas mudanças já aconteceram e muitas outras estão para acontecer. Mudanças sociais, económicas, estruturais, de mentalidade, emocionais, sentimentais. Mudanças de todos os tipos, para melhor, sempre para melhor. Assim, 2025 é o término de mais um ciclo de 9 anos, sendo portanto um ano de mudança.

O 9 é para muitos um número que carrega uma energia algo assustadora, pois 9 é mudança, final de um ciclo e nós temos a tendência para achar a mudança desconfortável. O 9 em harmonia carrega em si, para além da energia da mudança, a energia da generosidade, da compassividade, do magnetismo, da intuição e da universalidade, entre outros. A mudança até pode ser assustadora, mas traz consigo muitas vezes uma característica importante para a nossa evolução: Aprendizagem. Se não há mudança, há estagnação, não há evolução. Se não há mudança, não há aprendizagem que permite conhecimento e sabedoria.

Como já referi, estamos numa fase de transição de um ciclo importantíssimo para nós para a Humanidade. Estamos a passar uma mudança que, pode não ser perceptível, mas é uma mudança de paradigma. Uma mudança em que já não vamos permitir ser confrontados com o medo sem que o tal seja questionado, sem que tenhamos noção de que não queremos mais esse tipo de lição. Já não precisamos de viver o medo das guerras, do terror e da maldade pura.

Precisamente porque estas guerras servem o propósito de mostrar o que não queremos mais.

Em outros tempos, quando um país invadia outro, logo apareciam países a apoiar um dos lados e também entravam em guerra. E depois, outros juntavam-se até globalizar o terror, o medo, a violência bárbara e sem limites. Viram isto nestas duas guerras? Não! Os países que antes eram aliados, ficaram neutros e aqueles que antes eram neutros, tiraram partido de um dos lados sem intervir.

A Suíça, por exemplo, era um desses países neutros que lavava as mãos como Pilatos. Desta vez teve que saltar para um dos lados do muro e dizer basta de terror, violência e barbárie. Isso tudo devido à nossa mudança de consciência, à nossa evolução, à evolução do Planeta. Estamos perante os Tempos Finais, mas o "mundo" não vai acabar, pelo contrário.

Estamos perante os Tempos Finais, porque os tempos do medo e do terror chegaram ao fim.  Claro que para isso todos precisamos de perceber o mal que isso nos fez durante séculos, precisamos aprender que nada disso nos torna melhores, mais prósperos ou até mais evoluídos e superiores.

Precisamos perceber que o ser humano aprende mais facilmente pela dor, pois ainda não está preparado para aprender pelo amor. Alguns estão, são poucos, mas têm a força de muitos e, são esses que sustentaram os restantes e permitiram que todos pudessem estar nesta fase a viver os inícios da Ascensão, e do Despertar individual que dá pequenos mas seguros passos em direção ao que já havia apenas como potencial.

Voltando a 2025, vamos ter um ano onde tudo o que referi vai ser claro e fácil de observar, desde que… não fiquemos colados às televisões e aos jornais onde ainda impera uma energia densa, de medo e terror pois são predicados que vendem. É muito mais cómodo deixar que pensem por nós, do que nós próprios começarmos a questionar tudo aquilo que nos colocam à frente com sendo a mais pura das verdades.

Quem controla essa comunicação social deseja o poder, deseja o lucro e, eles sabem que uma noticia de um acidente de viação, ou um assalto a um banco “vende” muito melhor que uma notícia da construção de um novo passadiço para as pessoas irem passear ao fim-de-semana e estar em contacto pleno com a natureza.

O medo ainda vende mais que o Amor.

O 9 vem ajudar a essa mudança de paradigma, com constância e paulatinamente.

Não esperem mudanças bruscas, chegadas de extraterrestres ou de Messias que vão num “estalar de dedos” criar milagres e mudar o que temos que ser nós todos juntos a mudar. Calma e tranquilamente, sem pressa, sem ansiedade, tudo tem o seu lugar no tempo. Neste nosso tempo, o livre-arbítrio é nosso e é o nosso dom , o nosso poder, dado pelo Criador que trará a nossa vontade e se for a de mudança, a mudança ocorrerá.

Como a numerologia tem várias interpretações e é abraçada por todas as idades e gerações, deixo aqui a interpretação de alguém que me é muito querido porque em muito, é quase uma imagem minha refletida em outra expressão humana, o meu filho Diogo.

Resumidamente, porque os jovens de hoje são muito mais práticos que as gerações anteriores, ele resume a energia de 2025 como o ano para propício para deixar uma parte de nós que já não nos pertence. Ano de conclusão. Logo no início do ano, entraremos no ano da Cobra (Astrologia chinesa). As cobras geralmente gostam de trocar de pele, e isto aliado ao ano universal 9 (2+0+2+5=9), trará grandes mudanças no mundo. No ano de 1989, ano da cobra, deu-se se a queda do Muro de Berlim.

Em 2001, ano da cobra, ocorreu o atentado às Torres Gémeas nos Estados Unidos. Há mais exemplos, mas estes são os episódios mais recentes. Isto para provar algo que poderá acontecer: uma revolução a nível geopolítico, social e até mesmo individual. Muitos poderão perder o seu trabalho. Muitos poderão terminar relações. Uma mudança que talvez tenha de ser concretizada para continuarmos a evoluir. Na minha opinião também acho que as pessoas irão adotar mais a espiritualidade. 

E se assim o fizerem o número 9 é sobretudo um número espiritual, centrado na mudança e no bem-estar individual. Só assim, faz sentido evoluir.

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