A Felicidade através da Reconexão Divina

A felicidade é alcançada com a libertação das amarras do medo que nos aprisionaram por gerações. Assim que nos libertamos delas adquirimos conhecimento. A ligação à Fonte torna-se real. Essa perceção vai reconectar a nossa Divindade que esteve sempre ali a aguardar o nosso despertar.

Reconexão Divina, para além do nome de uma Terapia e de Retiros, é muito mais, é um estado, uma ação que uma vez apreendida se torna permanente. Desta forma, não vamos mais querer voltar a ter as tais amarras que nos limitam a mente e nos impedem de Ser aquilo que viemos ser, limitando a expressão da nossa essência. Todos merecemos ser felizes, viver num constante estado harmónico de felicidade plena.

Podemos experienciar de forma consciente e lúcida os nossos desafios, aquilo que viemos trabalhar, desenvolver as nossas vivências, experiências e todas as emoções diárias que a vida abraça. Este conjunto de emoções, dependendo da forma como as encaramos, podem ser vividas prazerosamente ou aparecerem camufladas em desafios dolorosos.

Felicidade é alegria num estado constante e repetitivo. Normalmente, alegria é considerada um sentimento momentâneo, no entanto pode-se tornar constante, dando origem à alegria plena, uma dádiva do Divino.

Tanto a alegria como a felicidade são contagiantes, podendo ser transmitidas a todos à nossa volta, no entanto é igualmente importante permitirmo-nos recebê-la de nós próprios.

É nutrindo estes dois sentimentos que evoluímos e crescemos, apesar de, muitas vezes ainda termos necessidade de aprender pela dor. Vai chegar o dia em que o ser humano irá aprender apenas pelo amor. Esse dia está a caminho.

Quando chegará? A resposta: Quando a maioria de nós quiser.

O caminho é a alegria

A felicidade é cura, é transformação, é uma energia transmutadora de energias mais densas, para energias benevolentes e compassivas.

A Felicidade expressa na alegria é uma das expressões do Universo.

Quando estamos doentes, em stress, sobrecarregados de problemas no trabalho, em momentos difíceis no seio familiar ou desapontados connosco, temos tendência a experimentar fazer algo que nos faça rir e nos dê alegria.

Ver uma comédia, sair com amigos, ter uma conversa agradável e engraçada, fazer um passeio na natureza, fazer atividade física, brincar com uma criança e como uma criança, brincar ou passear com um animal. Qualquer coisa, desde que isso nos faça sentir felizes.

Quando retornarmos a pensar no problema, certamente vamos olhá-lo de uma outra perspetiva, mais leve, e possivelmente até vamos encontrar uma solução que ainda não tínhamos percecionado. Com uma visão positiva, possivelmente já não vamos ver problema algum, mas sim algo passageiro, um pequeno transtorno.

Claro que esta mudança não acontece de forma imediata, tudo precisa ser trabalhado, interiorizado, aceite, transmutado e, isso leva tempo.

Tudo leva o seu tempo. Uma doença prolongada não desaparece com umas gargalhadas, nem uma sutura de uma operação cicatriza de um dia para o outro.  Gargalhadas sinceras e genuínas, produzidas diariamente vão ajudar a curar e transmutar a energia que causou a doença física e ajudar o corpo a regenerar as suas células, acelerando a cicatrização. A escolha é sua!

Com amor, dedicação, empenho e muita alegria, a saúde vai regressar ao corpo físico.

O sorriso e a gargalhada são o melhor dos medicamentos, as mais eficazes das essências de cura, juntamente com a firme intenção de a alcançar.”

(…)

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A alimentação e o cancro