É urgente despertar

A 10 de dezembro assinala-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Hoje e cada vez mais, é crucial pensar, interiorizar e agir. Faça pequenos exercícios, e celebre-o com responsabilidade. Nunca se esqueça: vivemos num todo.

Cada um deseja sentir-se livre para escolher e para manifestar as suas escolhas, pois o livre arbítrio faz parte da condição humana.

Há um paradoxo que persiste em perdurar nas nossas vidas – à escala individual e global: ansiamos todos pela felicidade, mas ocupamo-nos laboriosamente a tecer a teia do sofrimento. Cada um deseja sentir-se livre para escolher e para manifestar as suas escolhas, pois o livre arbítrio faz parte da condição humana. E, contudo, poucos – diria até, cada vez menos – o podem fazer. E este é um outro paradoxo: os avanços na área da ciência e tecnologia aplicados às várias áreas da esfera económica e social do nosso quotidiano possibilitam-nos um quadro crescente de melhores condições de vida que nos libertariam para o nosso desenvolvimento pessoal e espiritual. Porém, vivemos cada vez mais presos – de crenças, limitações (autoimpostas ou não), medos…

Ora, estamos no final de um ano ☆ que pode ser o final de um ciclo, se assim o desejarmos.

Se quisermos dar um salto quântico de consciência e de mudança de realidade, introduzindo uma rutura de paradigma na nossa forma de pensar e de agir, precisamos – de uma vez por todas – compreender que o que se passa à nossa volta ou mesmo à escala global, passa-se dentro de cada um de nós. As guerras e as manifestações de opressão ou de submissão são disso um bom exemplo: os nossos conflitos interiores espelham-se nos conflitos que estabelecemos com os outros e que observamos no mundo.

Porque é importante fazer esta rutura?

Porque a forma confortável como pensávamos, dentro da nossa “bolha”, está realmente obsoleta. Traz-nos ilusão, sofrimento e doença. Fecha-nos nas redomas das nossas zonas de conforto, na alienação materialista, na indiferença de tudo o que (erradamente) consideramos que não nos diz respeito, na exploração de sistemas e pessoas, na opressão, no conflito (por vezes bélico) … e por aí fora. A ciência atual fala-nos de uma nova realidade quântica que caracteriza a vida na terra e todos os acontecimentos, incluindo os humanos.

elaciona-se estreitamente à espiritualidade e – nos seus pressupostos experimentais e teóricos – evoca os ensinamentos dos antigos sábios, mestres e curadores quando nos falavam de uma matriz, um campo uno, e da interdependência de tudo e todos.

Basta!! É preciso despertar.

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André Venda, ficou paraplégico há 16 anos. Hoje continua a ser um exemplo de persistência e luta pelos direitos do desporto adaptado